sábado, 6 de agosto de 2016

PRECISAMOS POR EM PRÁTICA EXCELENTES PROJETOS PARADOS EM NOSSAS UNIVERSIDADES

Engenheiro cria sistema natural para tratar esgoto



Projeto de faculdade apresenta bons resultados para tratamento de esgoto para localidades que não possuem saneamento básico



Projeto faz uso de bananeiras para aumentar a purificação.

Problema crônico e ainda distante de soluções a curto e médio prazo, o tratamento de esgoto não é uma realidade em diversos municípios brasileiros, principalmente aqueles mais carentes de estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Com isto, muito da dignidade humana é deixada de lado e muitas doenças podem ser provocadas pelo contato com água contaminada. Crianças e idosos são os que mais sofrem com a falta de saneamento básico nos bairros ondem moram.

Para tentar amenizar esta situação, um engenheiro brasileiro chamado Jonas Rodrigo dos Santos criou um sistema natural para tratar esgoto que tem a capacidade de retirar quase todas as impurezas da água e assim evitar a contaminação de mananciais e a proliferação de doenças.
Como funciona o sistema natural para tratar esgoto?

São cinco fases principais de limpeza dentro do sistema natural para tratar esgoto, começando pela fossa séptica e tanque de zona de raízes, este último dividido em quatro fases de filtragem: filtro de pedras grosas, de pedra brita, de pedrisco e filtro com carvão ativado. Para deixar o tratamento de esgoto ainda mais completo, o sistema natural do engenheiro Jonas conta com taiobas e bananeiras para aumentar a purificação.

Sistema completo

Para chegar ao modelo final, o engenheiro realizou testes em efluente com 8,3 mil miligramas de material sólido por líquido. Após a passagem da água pelo sistema, o resultado foi de apenas 170 miligramas por litro, ou seja, em um nível que pode ser enviado para córregos ou lagos com total segurança, já que não provoca mais contaminação. Esta central de pequeno porte para tratamento de esgoto foi instalada na propriedade de Denílson José dos Santos (pai do engenheiro) na região rural de Capanema, Paraná.

“Um projeto deste porte não se faz sozinho, eu tive muita ajuda, muito apoio para a realização desse projeto. Uma delas foi do meu pai, pois tudo foi aplicado na propriedade dele, que custeou toda a instalação, ele que arcou com a parte financeira”, afirmou Jonas.
Da faculdade para sociedade

O projeto do sistema natural para tratar esgoto foi desenvolvido por Jonas durante a faculdade de Engenharia Ambiental em Foz do Iguaçu. A ideia, inclusive, foi finalista do Prêmio ANA 2014 de Pesquisa e Inovação Tecnológica. A premiação é realizada pela Agência Nacional das Águas a cada dois anos e tem como objetivo valorizar as melhores soluções que promovam melhorias em projetos para conservação e preservação das reservas hídricas no Brasil.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Plano de Carreira Única em São Paulo

Uma importante medida foi tomada na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, cabe a nós do Rio de Janeiro acompanharmos, analisarmos, e aprendermos com os acertos e os erros dos nossos vizinhos estaduais.

Assim como uma Segurança Pública não se faz somente com Polícia, e a participação de TODOS os setores da sociedade precisam estar inseridos nessa responsabilidade, uma carreira profissional precisa ser constantemente discutida e melhorada, com a participação de todos os envolvidos, visando sempre o melhor para a Instituição e para a população.

A nossa luta navega por ai, visando uma relação humana entre as nossas Instituições, seus homens e mulheres, e a população.

Na luta por direitos
Juntos Somos Fortes
Deus é fiel







Governador sanciona Lei de Ingresso da Polícia Militar

O governador Geraldo Alckmin sancionou, nesta sexta-feira (22/7), a Lei de Ingresso da Polícia Militar. O documento padroniza a entrada de candidatos na corporação, que antes dependia de um decreto antigo, portarias ou resoluções. O anteprojeto foi criado pelo secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho.

O Projeto de Lei Complementar 23/2016 formaliza o ingresso na PM, tanto para quem aspira à vaga de soldado, quanto para quem deseja o oficialato.

“Estamos sancionado uma lei muito importante”, disse o governador durante a sanção da medida. “Lei que traz segurança jurídica, critérios de ingresso e uma carreira única, preservando uma instituição secular que é a Polícia Militar de São Paulo, que todo dia se moderniza com novas tecnologias e avanços, com profissionalismo para bem servir o povo se São Paulo”, completou.

O PLC, enviado há um mês para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), foi aprovado em apenas uma semana, sem vetos do governador, que destacou o tempo recorde para aprovação da medida.

O secretário da Segurança Pública participou do evento e enfatizou a importância da medida. “Há muito tempo que a Polícia Militar precisava de uma lei que regulamentasse o ingresso nas suas carreiras”, disse. “A regulamentação era muito esparsa, feita por portaria, resoluções, e isso possibilitava questionamentos jurídicos”, explicou.

Segundo Mágino, a lei traz uma segurança jurídica porque é o instrumento legal adequado que dará segurança tanto para as pessoas que aspiram ingressar na instituição quanto para a própria PM.

Durante a solenidade, o secretário destacou ainda o interesse dos cidadãos por uma carreira na corporação. Ele lembrou que o último concurso para soldados teve 60 mil inscritos para 2 mil vagas. Já o processo seletivo para oficiais da Academia da PM do Barro Branco (APMBB) teve 15.313 inscritos, com uma proporção de 64 candidatos por vaga.

“Os concursos de ingresso na Polícia Militar estão entre os mais concorridos do Brasil. A procura de interessados chega a um número impressionante”, disse Mágino. O governador enfatizou que essa procura demonstra a “administração que a sociedade paulista tem por essa intuição secular que permanentemente se renova”.

Carreira única

Alckmin explicou que a “carreira única”, padronizada pela medida, garante a ascensão profissional dentro da PM. “Aquele profissional que ingressou como soldado na Polícia Militar pode chegar a oficial”, falou o governador. “Quase dois terços dos últimos formandos do Barro Branco eram de praças, que estudaram e conseguiram ascender”, completou.

O secretário da Segurança agradeceu o governador pela sanção da lei e recebeu agradecimentos de Alckmin pela elaboração do projeto.

“Nós vamos ter a segurança de ver os nossos policias ingressando sob o regime de uma lei complementar moderna, democrática, que assegura o direito de que o ‘praça’ chegue a alcançar o mais alto posto na Polícia Militar. Isso faz da nossa PM uma das instituições mais democráticas do Brasil. A medida permite que aquele que ingresse ainda jovem na corporação possa sonhar em chegar ao comando-geral da nossa PM”, comentou Mágino.

Outras alterações

A nova Lei Complementar diminui o limite mínimo de altura em cinco centímetros: as mulheres, que antes deviam ter ao menos 160 cm, agora podem ingressa com altura mínima de 155 cm; para os homens, a redução foi de 165 cm para 160 cm.

Outra mudança está na idade mínima para participar do concurso. Antes, os editais determinavam apenas que o candidato tivesse concluído o Ensino Médio. Com a lei, é preciso que, além de ter fechado o colegial, o ingressante tenha no mínimo 17 anos. Dessa forma, aquele que começar a carreira como praça, sairá da Escola Superior de Soldados (ESSd) com 18 anos. Já o que entrar como oficial, se formará na Academia do Barro Branco (APMBB) com, no mínimo, 20 anos.

Por fim, altera ainda a idade máxima para ingresso. A nova legislação determina que os futuros policiais tenham, no máximo, 30 anos para o concursos gerais da PM e 35 para os quadros específicos (Oficiais de Saúde e Músicos). Essa medida, porém, não limita a idade dos já policiais, que podem subir de patente sem um limite etário - o soldado ou cabo, por exemplo, pode se tornar oficial independente da idade.

domingo, 24 de julho de 2016

Apesar de a Lei 9.605 ser clara, sua aplicação não é tão fácil. Por dispensar laudos técnicos para sua tipificação, o treinamento e conhecimento adequados são fundamentais.

A noção de Meio Ambiente é polissêmica em nossa sociedade, o que torna a conceituação conflito socioambiental quase que inatingível e, consequentemente, sua eliminação inexequível, pois sempre dependeria do lugar do intérprete sobre o fim do conflito.

O melhor a fazer em um conflito intratável, é administrá-lo, trazer a responsabilidade a cada um dos atores envolvidos. Sejam Gestores, Polícias Ambientais, Prefeituras, Ministérios, Governos Estaduais, Sociedade Civil. 

Atuar de forma de clara e objetiva, com disposição para cooperar com o setor deficitário, em busca do objetivo comum.

Cláudio Vinícius




Projeto da Rio 2016 prometia um dos eventos mais sustentáveis da história. Porém medidas não saíram do papel



Lixo na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

No papel, a Rio 2016 parece ser uma das Olimpíadas mais ecologicamente sustentáveis da história. Medalhas foram feitas com ouro reciclado. Os pódios, com madeira certificada. As compras para o evento foram feitas com exigências ambientais, e há até a previsão de alimentos orgânicos no evento.


Já na prática, não temos motivos para ser otimistas. Segundoreportagem da Folha de S. Paulo publicada na semana passada, a organização da Rio 2016 não cumpriu nenhuma meta ambiental prevista no projeto. O pior desempenho é o do tratamento do esgoto que ainda hoje é lançado na Baía de Guanabara. Segundo a Folha, o tratamento não avançou sequer metade do que havia sido prometido. O risco de atletas das competições de vela pegarem doenças no local é real.


Faltando apenas duas semanas para os Jogos, será que ainda há tempo para que a Rio 2016 retome o caminho traçado em suas metas? Segundo a pesquisadora Beatriz Kiss, da FGV, que estuda sustentabilidade em grandes eventos, será um desafio. Isso porque o trabalho precisa começar muito antes do evento.

Beatriz compara o que está acontecendo hoje, com a Olimpíada, com o cenário da Copa do Mundo de 2014. Assim como nos Jogos Olímpicos, o plano de sustentabilidade da Copa era ambicioso e inovador. "A proposta da Copa era muito boa, só que pouco foi feito antes do evento. Sinto que a Olimpíada está indo para o mesmo caminho", diz.

Segundo a pesquisadora, ainda é particamente impossível fazer um evento desse porte sem causar impacto ambiental. O que é possível é minimizar esse impacto. "É muito difícl ter impacto neutro ou nulo. São eventos que moblizam muitas pessoas para o mesmo local, causando impacto ao meio ambiente. O que se busca fazer é minimizar isso. Ter a consciência de que vai gerar impacto e ter as ferramentas certas para mensurar emissões, resíduos, etc".

O cenário para a Rio 2016 é ruim, mas nem tudo está perdido. Ainda será possível compensar alguns impactos durante o evento. Por exemplo, a compensação das emissões de gases de efeito estufa podem ser feitas depois, com o plantio de árvores. Infelizmente, no entanto, o que poderia ser o maior legado para o Rio - a despoluição da Guanabara - parece longe de se concretizar.

domingo, 17 de julho de 2016

REATIVAMENTO DO BLOG - VAMOS AVANÇAR!!!

Olá a todos, esse é o Blog do Claudinho, antigo Blog da Swell Home Office, que fornecia conteúdo sobre Segurança Pública para o site SOS Bombeiros e SOS Pmerj, além de outros portais.

Vou utilizar desta ferramenta para divulgar nossos pensamentos, projetos, propostas, lutas e trabalhos de uma forma que a busca por direitos e a dignidade sejam alcançados.

Fiquem a vontade para comentar, enviar propostas de pauta, dúvidas e qualquer coisa em que for possível para nós ajudarmos.

Um grande abraço a todos e que Deus abençoe.

Juntos Somos Fortes
Na luta por direitos
Deus é fiel




segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Governo Dilma prioriza cadeia e ações antidrogas e abandona Pronasci

De R$ 301 milhões de orçamento em 2010, programa criado por Tarso Genro fica para trás com José Eduardo Cardozo, que neste ano liberou R$ 752 mil para estados e municípios

São Paulo – Nos últimos três anos o governo federal vem invertendo as prioridades no campo da segurança pública. Por um lado, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que atua na prevenção à violência com projetos sociais, vem sendo esvaziado em termos orçamentários, ao ponto de a cidade pioneira na adesão ter de assumir sozinha a execução de recursos para continuá-lo. Ao mesmo tempo, ampliam-se as verbas destinadas à construção de presídios e à política antidrogas, ações marcadas pelo modelo repressivo de atuação.